domingo, 20 de novembro de 2011

Não sei!

Não sei porque hoje estou infinitamente triste, ando pela casa sem vontade de fazer nada, minhas caixinhas não me atraem, o almoço saiu pela metade, a ansiedade é muito grande, tenho me sentido sózinha esses dias. Tenho um marido presente, tenho minha mãe em casa, mas alguma coisa me faz falta e eu não sei o que é. Vou me reunir sempre em minha comunidade religiosa, oro sempre, ouço com muita atenção o que chamo de palavra, quando estou lá saio fortalecida e parece que vou conseguir. passado algum tempo não consigo superar essa ansiedade e essa tristeza no meu coração. Será que isso é físico (problema hormonal, ou coisa assim?) meu médico não quer fazer reposição, estou pensando seriamente em procurar uma segunda opinião, acho que crio resistência por ele ter trazido meus tres filhos ao mundo e por cuidar de minhas meninas, (acho que chega uma hora que até o médico passa do prazo de validade), a coisa fica meio que no vai da valsa. Ai Meu Deus!, olha só o que estou falando! Não é nada disso, desculpem. tudinho coisa da minha cabeça! Não pensem vcs que eu sou assim o tempo, também sei , acudir, confortar, ajudar, proteger, conversar, ouvir e principalmente amar. Meu filhos são lindos, conseguem me entender sem serem grosseiros, porém são humanos e perfeitamente saudáveis (com excessão de uma), então de vez em quando levo umas boas e merecidas broncas.
E.T minha caçula faz terapia, pois pretende ser uma mãe normal, quando isso acontecer.

4 comentários:

Norma disse...

É minha querida se fosse uma situação que ocorresse bem de vez enquando..ate seria normal não é?Afinal são tantas coias ruins que acontecem...que agente vê na tv ou ouve falar..que é qse impossivel as vezes não ser atingida..ficar sentida. Mas se ta acontecendo com frequencia é bom procurar ajuda medica não é?? Pode ser hormonal mesmo. Um forte abraço para vc...

Izabel disse...

Eu, já nem vejo Tv de tanta coisa ruim. Lembra que fiquei assim fragilizada tb, Procurei ajuda pscologica e espiritual. Hoje estou bem mais fortalecida e confiante. Em parte é do consentimento de Deus, mas tambem é merito meu. Por agir contra as coisas ruim que t
tendem a povoar nossa mente. Beijos Leve o gravador, ou escrevea.

Anônimo disse...

A paz de Deus. Se a paz com Deus fala de relacionamento, a paz de 1. A paz com Deus. O homem é um ser rebelado contra Deus. Toda a inclinação do nosso coração está contra Deus. Somos, por natureza, inimigos de Deus. Não nos deleitamos em Deus nem temos prazer em obedecer a sua lei. Apesar de termos virado as costas para Deus, Deus jamais desistiu de nós. Ao contrário, amou-nos com amor eterno e buscou-nos com desvelo singular. Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo. Foi Deus e não o homem quem tomou a iniciativa da reconciliação. O homem cavou abismos no seu relacionamento com Deus, mas Deus construiu uma ponte segura para reatar esse relacionamento. Jesus veio ao mundo como nosso mediador, representante e fiador e morreu na cruz pelos nossos pecados a fim de reconciliar-nos com Deus. Fomos justificados. Nossa dívida foi paga. Estamos quites com a lei de Deus. A justiça de Deus foi satisfeita. Agora não há mais barreira entre nós e Deus. Fomos reconciliados com Deus. Agora temos paz com Deus. A paz com Deus fala de relacionamento restaurado. Não somos mais réus, mas filhos. Não somos mais estranhos, mas amigos. Não estamos mais distantes, fomos aproximados. Não estamos mais em guerra contra Deus, agora temos paz com Deus. A paz com Deus não é alcançada por aquilo que fazemos para Deus, mas por aquilo que Deus fez por nós. Não obtemos essa paz pelo nosso sacrifício, mas pelo sacrifício de Cristo na cruz por nós.

2. A paz de Deus. Se a paz com Deus fala de relacionamento, a paz de Deus fala de sentimento. A paz de Deus é consequência direta da paz com Deus. É impossível experimentar a paz de Deus sem primeiro conhecer a paz com Deus. A paz com Deus é a causa, a paz de Deus é a consequência. A paz com Deus é operada fora de nós, no tribunal de Deus; a paz de Deus é experimentada dentro de nós, em nossa mente e coração. A paz com Deus tem a ver com nossa posição aos olhos de Deus no céu; a paz de Deus tem a ver com nossa intimidade com Deus na terra. A paz de Deus é uma sentinela ao redor da nossa mente e do nosso coração livrando-nos da ansiedade. É uma muralha divina que protege nossa razão e nossa emoção dos temores que rondam a nossa alma. É desfrutar de uma doce paz no meio do vale escuro. É ter uma mente segura e um coração sereno mesmo na tempestade borrascosa. É confiar plenamente em Deus, mesmo que o mundo ao nosso redor se transtorne. É viver com o coração no céu, mesmo que os nossos pés sejam feridos na terra. A paz de Deus não é uma paz química, que se compra na farmácia. Não é uma viagem para o interior do nosso coração pelas vias da meditação transcendental. Não é o produto de técnicas psicológicas nem o fruto de processos místicos, mas o resultado de orarmos, pensarmos e agirmos corretamente. Aqueles que têm paz com Deus podem e devem experimentar a paz de Deus. Aqueles que foram reconciliados com Deus por meio de Cristo, já estão livres da condenação diante do tribunal de Deus e devem estar livres de toda ansiedade e temor diante das lutas da vida. Oh, paz, tão doce paz! Oh, consolo sem par! Oh, ventura sem igual!

http://hernandesdiaslopes.com.br/2011/09/paz-tao-doce-paz/

Anônimo disse...

“Não estejais inquietos por coisa alguma; antes, as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças.
E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus.” Filipenses 4.6-7.

NÃO SE PREOCUPE. APRESENTE SEUS PEDIDOS A DEUS, E VOCÊ TERÁ PAZ.

Paulo disse: Não estejais inquietos por coisa alguma; antes, as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças. (Fp.4.6).
A palavra traduzida como inquietos alude à ansiedade. Há um tipo de veneno que algumas tribos de índios da América do Sul aplicam às pontas de suas flechas que tem um efeito parecido com o que a ansiedade provoca: contrai os músculos do corpo até que a vítima sufoque. Não é assim que você se sente quando está ansioso?
O vocábulo inquieto também significa ser levado em várias direções, distraído, perturbado no espírito. A palavra latina para designar oração denota essencialmente abrir a boca, inspirar oxigênio e falar. A oração é como o oxigênio espiritual, que combate os efeitos sufocantes da ansiedade.
O termo súplica se refere a uma oração pessoal, persistente e vigorosa. Não é uma oração comum, uma palavra de oração casual. Ela se refere a fazer pedidos específicos com grande fervor e persistência.
A recomendação de Paulo foi específica: não devemos ficar ansiosos ou preocupados com coisa alguma. Deus ordenou que nossa mente ficasse livre de todo cuidado excessivo e de toda inquietação. Sua intenção era que a oração fosse o meio pelo qual poderíamos ser liberos de todas essas pragas.
Paulo declarou que, independente dos problemas e das circunstâncias que enfrentamos, não devemos ficar ansiosos ou preocupados. Em vez disso, devemos orar. Esse direcionamento inclui todas as situações.
Quando enfrentamos problemas sérios, quando desejamos a sabedoria e a orientação de Deus, quando precisamos de dinheiro, quando necessitamos de uma cura, quando precisamos de intervenção divina em nossa família, quando nos deparamos com desafios no trabalho, na escola ou em nosso ministério, em todas as circunstâncias, devemos ir diante de Deus e apresentar-lhe nossas necessidades com oração e súplicas.
O resultado de apresentarmos casa circunstância em oração é que viveremos livres de preocupações, com nosso coração e nossa mente transbordando da paz de Deus: E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus. (Fp.4.7).

Essa oração pode ser reduzida a uma simples equação: dedicado em tudo = ansioso por coisa alguma.

(Comentário extraído da Bíblia da Oração – Morris Cerullo – Central Gospel – págs. 1598/1599).